ESG e sua importância (teste)
Os parâmetros para se avaliar a qualidade dos produtos e
serviços de uma empresa são os mais diversos, entretanto alguns vão ganhando
mais destaque no mundo dos negócios, levando-se em consideração o que buscam os
consumidores e investidores da atualidade.
Dentre esses preceitos estão em destaque os de ESG (Enviromental,
social and governance). Esta sigla em inglês, traduzida como Ambiental, Social
e Governança, consiste nos valores de uma instituição, ou seja, como ela trata
da sustentabilidade, do social (a forma como ela cuida dos seus colaboradores
ou outras pessoas diretamente relacionadas) e se tem uma gestão responsável.
Esses critérios têm grande importância para um novo perfil
de consumidores e investidores que, não só estão interessados em obter produtos
e lucro, mas, também, se ao fecharem um negócio, estão de alguma forma cuidando
do planeta. A exemplo disso, vemos o exponencial crescimento das empresas que não
testam seus produtos em animais, chamados “cruelty free”.
No Brasil, o contingente de instituições que adotaram essas
práticas é ainda muito baixo, mesmo com as diversas agendas de gestão ambiental
ocorridas nos últimos 30 anos, ainda engatinhamos nas boas práticas socioambientais.
Nas empresas que adotaram essas medidas é notório que os impactos são bastante positivos,
uma vez que há aumento nos lucros e melhoria no seu valor de mercado.
Em países da União Europeia, EUA e Ásia, que já aderiram aos
padrões há mais tempo, nota-se que além de apresentar vantagens, como melhorar
a imagem da empresa (55%), aumentar a confiança dos consumidores e investidores
(35%), atrair novos talentos e manter os que já atuam nelas (33%), segundo pesquisa
da Robert Ralf Talents Solutions, também é possível mitigar possíveis riscos.
Apesar da importância do ESG, seu custo para as empresas ainda é muito alto, o que leva os especialistas em meio ambiente a acreditarem que ainda temos um longo caminho a percorrer em nosso país.
O especialista Rodrigo Alves que atualmente trabalha numa prestadora de
serviços da Vale, afirma que exceto esta última, que é brasileira, somente
empresas multinacionais possuem capital para implantar uma agenda ESG, uma vez que
demanda muitos processos como auditoria, capacitação e treinamento, e faltam
recursos para isso.
Ainda não há uma estimativa para quando essa mudança
aconteça por aqui. Já em países que adotaram as normas há mais tempo, é possível
prever um avanço substancial de implementação destas até o ano de 2030.
Até lá, as pessoas terão mais conhecimento sobre o assunto e
espera-se uma cobrança ainda maior por parte de consumidores e investidores a
respeito de “Ambiental, Social e Governança”.
***Este texto foi escrito para um teste de Estagiária de Redação. Para escrevê-lo fiz pesquisas em sites de RH, de meio ambiente, de economia, de uma empresa nacional e entrevistei um graduado em Gestão Ambiental que atua numa prestadora desta última.

